terça-feira, janeiro 17, 2006
superhomem.blogspot.com apresenta:

E mais algumas conclusões apressadas...
"A vida é uma grande pinha: não há como retirar os caroços antes de degustá-la."
Assim falou a Sábia Índia do Sincorá.

E mais algumas conclusões apressadas...
"A vida é uma grande pinha: não há como retirar os caroços antes de degustá-la."
Assim falou a Sábia Índia do Sincorá.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Lugar do Caralho...

Na última sexta-feira 13 renasci do Crystal Lake.
Pela primeira vez subi num palco sem saber os tons de metade do set list.
Revi parentes que há muito não via e percebi que essências não mudam.
Todos sorriem iguais, olham e se movem iguais.
Tocar com Mr.Wildner fez-me resgatar uma nuance sobre estar em cima de um palco que pensei que havia perdido: tocar me faz bem, muito bem...
sexta-feira, janeiro 06, 2006
1º

Às vezes é preciso um ano inteiro passar para aprendermos uma coisinha simplória, porém extremamente necessária para nossa evolução pessoal. O ano de dois mil e cinco passou. E por mais experiências que tenha passado, desse com certeza não terei saudades por tão cedo. Mas por outro lado, trouxe já agora no início de dois mil e seis o seu motivo de ter sido tão difícil, ácido e cinza: descobri que de nada adianta forçar.
Forcei recuperar-me de ressentimentos, forcei amar, forcei dedicar, forcei ser mais, forcei expelir dissabores, forcei aprender, forcei compor, dançar, tocar, enfim, forcei viver.
Mesmo tendo dentro de mim a noção de que deixar tudo fluir com harmonia, insisti em comportamentos apaixonados, pensando as coisas como grandes batalhas, cheias de suor, sangue, lágrimas, vencendo e perdendo para dar movimento e sentido a tudo. Tsc, tsc...nada disso, nada, nada disso. O movimento existe muito mais poderoso e sutil. Tão sutil que é para não incomodar, tão poderoso que muda todas as coisas da noite pro dia que ao menos dá tempo para pararmos pra pensar.
Não adianta apressarmos nada, mas também não aceitarmos o comodismo da melancolia e tristeza infinita é vital. A grande sacada é encontrarmos nossa força propulsora e equilibrarmos a dita com nossas limitações, sejam elas emocionais, sociais, psicológicas ou existenciais. O resto é deixar o presente fazer e refazer as conexões necessárias para dar rumo ao todo.
Ouvindo

